terça-feira, 27 de setembro de 2011

Igreja da Vida

Muitas pessoas criticam e mentem sobre a igreja católica, falam muita coisa que não corresponde com a verdade, falam que somos idolatras que adoramos imagens, mas a única coisa que nós tentamos fazer é levar a salvação para o mundo, levar o evangelho de nosso Senhor Jesus para os povos para que creiam e sejam salvos e lutamos a favor da vida.

Muita gente fala aquilo que ouviu falar sobre a igreja, mas nunca procurou saber a verdade só vê a igreja por fora.

Neste blog vou defender a igreja contra essas mentiras e levar até você a verdade, pois, amo minha igreja porque sei que ela é a verdadeira igreja de Cristo.

Veja esse blog e descubra a riqueza da Igreja Católica

"Tu es Petrus et super hanc petram aedificabo ecclesiam meam."
(MT XVI,18)

Igreja Católica Apostólica Romana





sexta-feira, 15 de julho de 2011

Quem é o Papa?


Quem é o Papa?

O Papa é sucessor direto do apóstolo Pedro e, mais que uma pessoa, representa um encargo, um múnus deixado pelo próprio Senhor
No começo deste ano, todos os olhares se voltaram para o Vaticano. Era uma triste manhã de segunda-feira, 11 de fevereiro. As redações dos jornais e dos noticiários de todo o mundo anunciavam o inesperado: o Papa Bento XVI iria renunciar. O que levou o Sumo Pontífice a fazê-lo? Por que Sua Santidade abdicara o trono de São Pedro e decidira passar os últimos anos de sua vida em recolhimento? As dúvidas não deixavam dormir as mentes mais preocupadas. Aquilo sequer parecia verídico.
E, no entanto, era. Os católicos tinham pouco mais de duas semanas para se despedir de Joseph Ratzinger. O mês de março começava com a Sé Vacante e, pouco mais de um mês depois da renúncia do Santo Padre, dia 12 de março, os cardeais eleitores entravam na Capela Sistina para eleger o novo bispo de Roma. Depois de um conclave rápido, apareceu na sacada da Basílica de São Pedro a figura de Jorge Mario Bergoglio, que viria a chamar-se Francisco.
Pouco a pouco, a agitação que tomara conta dos fiéis católicos começava a se dissipar e todos se davam conta de que havia um novo Pai em Roma. Habemus Papam! O sentimento de tristeza era lentamente substituído pelo dom da esperança, pela certeza de que Deus não abandona a Sua Igreja, não deixa o barco que Ele mesmo construiu à deriva.
No fragor de tantos acontecimentos, vislumbrou-se a oportunidade de conhecer melhor a Igreja e aquele que é comumente considerado seu líder espiritual. Afinal, quem é aquele senhor vestido de branco que mora em Roma e todos chamam bondosamente de "Papa"?
O excelente Catecismo de São Pio X diz que o Papa "é o sucessor de São Pedro, porque São Pedro reuniu na sua pessoa a dignidade de Bispo de Roma e de chefe da Igreja e porque, por disposição divina, estabeleceu em Roma a sua sede, e aí morreu. Por isso quem é eleito Bispo de Roma, é também herdeiro de toda a sua autoridade" (n. 192).
Quando Jesus Cristo fundou a Sua Igreja, ele deixou ao encargo dos apóstolos a continuidade de sua missão nesta terra, mas deu a Pedro um ministério especial, concedeu-lhe a primazia entre os doze. Isto se depreende não só da análise histórica dos primeiros séculos da era cristã, mas de várias passagens da Escritura. De fato, se é verdade que Cristo disse a seus discípulos: "tudo o que ligardes sobre a terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes sobre a terra será também desligado no céu" (Mt 18, 18), também é verdade que só em Pedro afirmou que edificaria a Sua Igreja e só a ele entregou de modo particular "as chaves do Reino dos céus" (Mt 16, 19). E ainda depois de ter negado a Cristo por três vezes, o mesmo apóstolo recebeu novamente do Ressuscitado a missão de apascentar as Suas ovelhas (cf. Jo 21, 17).
Se não é possível negar a preferência de Jesus pelo apóstolo Pedro, tampouco é possível negar que este, tendo viajado para vários lugares para pregar o Evangelho, veio a ser martirizado em Roma, onde estabeleceu a comunidade que "preside à caridade na observância da lei de Cristo e que leva o nome do Pai", como escreveu Santo Inácio de Antioquia01. Em uma epístola enviada aos coríntios, Clemente, bispo de Roma, refere-se aos mártires Pedro e Paulo como "atletas que nos tocam de perto"02, fazendo clara alusão ao seu martírio na cidade eterna. Outros documentos históricos que respaldam este fato estão citados na ótima "História Eclesiástica", de Eusébio de Cesareia03.
Em suma, tendo morrido Pedro, sucederam-no outros na cátedra de Roma: Lino, Anacleto, Clemente, Evaristo, Alexandre, Sisto e, numa cadeia ininterrupta até os dias de hoje, Francisco. O Papa é sucessor direto do apóstolo Pedro e, mais que uma pessoa, representa um encargo, um múnus deixado pelo próprio Senhor.
É por este motivo que, diferentemente do que as pessoas e os meios de comunicação comumente pensam, um Papa não pode mudar o ensinamento constante e unânime do Magistério e da Tradição da Igreja. Sendo verdadeiro rei e detendo a missão de reger, santificar e governar todo o povo de Deus, ele exerce seu poder com autoridade, mas não de modo arbitrário. O Santo Padre é, antes de qualquer coisa, servidor. É depositário de uma mensagem cujo conteúdo essencial não pode violar, sob o risco de que o próprio edifício da Igreja venha abaixo.
Um fato particularmente interessante da história da Igreja ilustra esta verdade. Chamado a defender a humanidade e divindade de nosso Senhor, o glorioso Papa São Leão Magno enviou uma carta doutrinal aos bispos reunidos no Concílio de Calcedônia, na qual defendeu de forma tão brilhante o depósito da fé, que todos ali reunidos exclamavam, em uníssono: "Pedro falou pela boca de Leão"04.
Por este motivo, todos os fiéis católicos alegram-se ao ouvir a voz do Pontífice repetindo as doces verdades que Cristo nos veio revelar... É como se ecoasse nos séculos a voz de São Pedro confirmando a fé de seus irmãos (cf. Lc 22, 32).


fonte: http://www.padrepauloricardo.org/blog/quem-e-o-papa
 

sábado, 25 de junho de 2011

Quem fundou sua igreja?

Quantas igrejas Jesus fundou?

Quando alguém tenta colocar em dúvida a Igreja Católica, com amor, sem espírito de contenda, basta fazer uma pergunta simples: Quem fundou a tua Igreja?

    * Os Luteranos foram fundados por Martinho Lutero em 1524.
    * Os Anglicanos pelo rei Henrique IV em 1524 porque o papa não havia permitido seu divórcio para se casar com Ana Bolena.
    * Os Presbiterianos por John Knox em 1560.
    * Os Batistas por John Smith em 1609.
    * Os Metodistas por John Wesley em 1739 quando decidiu separar-se dos anglicanos.
    * Os Adventistas do Sétimo dia começaram com Guilherme Miller e Helen White no século passado.
    * A Congregação Cristã no Brasil foi fundada por Luigi Francescom em 1910.
    * A Assembléia de Deus têm a sua origem no despertar pentecostal de 1900 nos EUA. Muitas pessoas saíram de diferentes igrejas evangélicas para formar novas congregações pentecostais. em 1914 mais de cem destas novas igrejas reuniram-se para formar esta nova organização religiosa.
    * A Igreja do Evangelho Quadrangular foi fundada na década de 20 pela missionária canadense Aimée Semple McPherson, que passou da Igreja Batista para a Pentecostal.
    * A Igreja Deus é amor, fundada em 1962, tem como seu fundador Davi Miranda.
    * A Igreja Renascer em Cristo surgiu há alguns anos, fundada por Estevan Hernandez.
    * A Igreja Universal do Reino de Deus por Edir Macedo em 1977, depois de não ter sido aceito como pastor em uma igreja evangélica do Rio de Janeiro.
    * A Igreja Maranata foi fundada no morro do Jaburuna em Vila Velha, por 4 pentecostais dissidente da Igreja Presbiteriana do cento de vila Velha..

Além de cada uma destas igrejas ter na sua origem homens como seus fundadores, também existem entre elas algumas diferenças: em questão doutrinas, governo da igreja, modo de celebrar o culto. A pergunta é simples: como o Espírito Santo poderia animar uma igreja constituída por tantas diferenças de opinião, se Ele é a fonte da unidade?

E a Igreja Católica?

Uma pesquisa simples de história comprova que a primeira igreja cristã foi a Igreja Católica. Ela foi fundada quando Jesus Cristo disse a Pedro: "Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja..." (Mt 16,18ª); e na continuação destas palavras deu uma garantia para todos os séculos: "as portas do inferno não prevalecerão contra ela"(Mt 16,18b).
Durante os três anos do seu ministério, pela pregação da Palavra e por meio de "milagres, prodígios e sinais"(Atos 2,22), preparou os seus seguidores para darem continuidade a sua obra. De um modo mais especial, entre os seus discípulos"... escolheu doze entre eles, que chamou de apóstolos" (Lc 6,13).

Entre as principais orientações de Jesus dadas aos apóstolos destacam-se:

    * Continuar a obra iniciada por Ele: "Por onde andardes anunciai que o Reino dos Céus está próximo. Curai os doentes, ressuscitai os mortos, purificai os leprosos, expulsai os demônios. Recebestes de graça, de graça dai também"(Mt 10,7-8).

    * Insistiu na necessidade de um gesto visível para dar credibilidade à pregação: "ouvirão a minha voz, e haverá um só rebanho e um só pastor "(Jo 10,16)."... sejam perfeitos na unidade, e o mundo reconheça que me enviaste e os amastes, como amaste a mim "(Jo 17,23).

    * Indicou o meio para evitar as divisões: "Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros"(Jo 13,35).

    * Pediu um tempo determinado de encontro para continuar junto dos seus e testemunhar a unidade da sua Igreja: a Eucaristia. "Tomou em seguida o pão, partiu-o e deu-lhe, dizendo: Isto é meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de mim "(Lc 22,19). "Uma vez que há um único pão, nós, embora sendo muitos, formamos um só corpo, porque todos comungamos do mesmo pão"(1Cor 10,17).

    * E antes de volta para junto do Pai, o Cristo ressuscitado deixou o programa final para a Sua Igreja: "Toda autoridade me foi dada no céu e na terra. Ide, pois ensinai a todas as nações; batizai-as em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Ensinai-as a observar tudo o que vos prescrevi. Eis que estou convosco todos os dias até o fim do mundo"(Mt 28, 18-20).

Qual o significado destas palavras finais do Senhor para a sua Igreja em todos os tempos?
    * Primeiro: Revela a autoridade da Igreja "Toda autoridade me foi dada no céu e na terra". Trata-se do mesmo poder e mesma autoridade dados pelo Pai ao seu Filho: "Como o Pai me enviou assim também eu vos envio a vós"(Jo 20,21b).

    * Segundo: Diz a quem foi dado poder para falar em seu nome: os onze. São Mateus fez questão de deixar registrado este fato: "Os onze discípulos foram para a Galiléia, para a montanha que Jesus lhes tinha designado"(Mt 28,16). Os onze formavam o primeiro grupo de dirigentes da Igreja. E a força destes homens estava na garantia de falarem em nome do próprio Jesus: "Quem vos ouve, a mim ouve; e quem vos rejeita, a mim rejeita; e quem me rejeita, rejeita aquele que me enviou"(Lc 10,16).

    * Terceiro: Fala do objetivo da missão: fazer discípulos. A finalidade da pregação da palavra é despertar aqueles que estão longe a entrarem para o rebanho do Senhor: a Igreja. Não existe cristianismo sem união à Igreja, a união a ela é o sinal visível da conversão interior. Esta é a forma como viviam a fé os primeiros cristãos: "Perseveravam eles na doutrina dos apóstolos, nas reuniões em comum, na fração do pão e nas orações"( Atos 2,42).

    * Quarto: Indica a porta de entrada para a Igreja: "batizai-as em nome do Pai e do filho e do Espírito Santo". Neste momento a pessoa tornava-se cristã, e um membro ativo do Corpo de Cristo.

    * Quinto: Mostra o conteúdo da pregação: "Ensinai-as a observar tudo o que vos prescrevi ". Boa parte do ministério de Jesus na terra foi empregado para ensinar, deste modo a sua Igreja tem de dar ênfase à pregação da Palavra. A Igreja não é uma reunião de pessoas para um simples entretenimento; ela existe para despertar e alimentar a fé. E isto se dá pela pregação da Palavra.

Teria Jesus errado em suas promessas?

Todos hão de concordar com as palavras de Jo 14,6: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida..." Não existem várias verdades, mas uma única verdade chamada Jesus Cristo. Suas palavras são para sempre, e nelas não existe nenhum engano.
Em nenhum tempo da história os homens receberam autoridade para alterar a obra fundada, planejada e inaugurada por Jesus Cristo. São Paulo, inspirado pelo Espírito Santo, em seus escritos tem dois versículos importantes para ajudar os cristãos a não caírem no engano das divisões criadas pelos homens.

"Mas, ainda que alguém, - nós ou um anjo baixado do céu, - vos anunciasse um evangelho diferente do que vos temos anunciado, que ele seja anátema " (Gl 1,8)".

"O homem que assim fomenta divisões, depois advertido uma primeira e uma segunda vez, evita-o" (Tt 3,10)".

Se a salvação se encontra na verdade que é Jesus, então Ele não se enganou quanto às promessas feitas em relação a sua Igreja. Ele fundou uma Igreja, e ela encontrou a plenitude de sua expressão por meio da Igreja Católica.

Fonte: Quem Fundou a sua Igreja? (Pe .A.L.G.)
Texto extraído do panfleto explicativo, ano 2005, paróquia São José em Belo Horizonte e Basílica de São Geraldo em Curvelo - MG